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Mal visto pelos chefões do TCP, “Coronel do Muquiço” deixa Senador Camará, retorna ao Muquiço e passa a ser considerado um ‘vacilão’; veja os detalhes

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A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o traficante Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, apontado como chefe do tráfico no Muquiço, em Guadalupe, Zona Norte do Rio, e acusado pela família de espancar até a morte a jovem Sther Barroso dos Santos após um baile funk em Senador Camará, na Zona Oeste.

De acordo com relatos de familiares, Sther teria sido morta após se recusar a deixar o evento acompanhada de Coronel. O corpo da vítima, segundo eles, foi encontrado desfigurado em frente à casa da mãe da jovem.

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Moradores de Senador Camará e Vila Aliança, áreas sob influência do tráfico, relataram à reportagem que Coronel deixou a região após o crime, com receio de represálias. Ele teria voltado para o Muquiço, comunidade onde exerce maior domínio. No entanto, fontes apontam que sua imagem teria se desgastado até mesmo dentro do Terceiro Comando Puro (TCP), após decisões tomadas sem o aval dos criminosos da região. “Virou vacilão”, teria dito um dos chefes do TCP, conhecido pelos vulgos “31 ou sabão”.

Atualmente, Coronel é considerado um dos criminosos mais perigosos do Rio e possui 12 mandados de prisão em aberto, por crimes como:

  • Organização criminosa;
  • Homicídio qualificado;
  • Associação para o tráfico.

Ele também já foi indiciado por ameaças a moradores, porte ilegal de armas, envolvimento em assassinatos e tráfico de drogas. Segundo a polícia, Coronel é investigado ainda por ordenar o desaparecimento de pessoas e a ocultação de cadáveres.

Em 2019, ele foi apontado como mandante de um ataque de traficantes contra o Exército Brasileiro, em Guadalupe, quando duas viaturas blindadas foram atingidas por disparos. A ação foi investigada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE).

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