Política

Letalidade violenta cai 20% na gestão do secretário de Polícia Civil Felipe Curi

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O estado do Rio de Janeiro registrou queda expressiva em diversos indicadores criminais em julho de 2025. De acordo com dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), a letalidade violenta caiu 20,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram 237 vítimas contra 298 em julho de 2024 — 61 mortes a menos. No acumulado de janeiro a julho, a redução foi de 1,3%.

O homicídio doloso (intencional) também apresentou retração de 14,4% no mês, enquanto as mortes por intervenção de agentes do Estado tiveram diminuição de 40,5%, passando de 79 para 47 registros. No acumulado do ano, a queda foi de 5,8%.

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Os roubos também apresentaram queda significativa. O roubo de veículos recuou 20,2% em julho, caindo de 2.252 ocorrências em 2024 para 1.797 em 2025. Já o roubo em coletivos apresentou diminuição de 39,2%, com 206 ocorrências a menos. O roubo a transeunte caiu 10%, totalizando 2.297 registros. O roubo de carga teve retração de 3,8% no mês.As forças de segurança também aumentaram a produtividade. Em julho, foram apreendidos 71 fuzis — 12 a mais que no mesmo período do ano anterior, uma alta de 20,3%. Entre janeiro e julho, o número chegou ao maior índice da série histórica, iniciada em 2007. No mesmo período, 10.095 veículos foram recuperados, crescimento de 5% em relação a 2024.

As polícias também realizaram, em média, 115 prisões por dia, além do cumprimento de 32 mandados de prisão diariamente.

À frente da Secretaria de Polícia Civil desde 2025, o delegado Felipe Curi tem perfil operacional e é conhecido por acompanhar pessoalmente as ações de campo. Sua trajetória inclui investigações de grande porte, como a que resultou em dezenas de mandados de prisão contra traficantes de Manguinhos, Mandela e Jacarezinho.

Curi também atuou na ocupação do Complexo do Alemão em 2007 e foi titular da primeira delegacia instalada dentro de comunidade dominada pelo tráfico, no Alemão. Em 2016, chegou a ser baleado durante uma operação, mas se recuperou rapidamente e seguiu em atividade.

Antes de assumir a secretaria, dirigiu o Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP) e já esteve à frente de órgãos estratégicos, como a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), a Delegacia de Repressão às Drogas (DRE) e o Departamento Geral de Polícia da Baixada Fluminense.

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